quarta-feira, 8 de abril de 2009

Palhaços Sem Fronteiras



A bola vermelha no nariz
O sapato enorme
A calça redonda
A tinta branca

Sorriso largo,
Alívio
Alma de palhaço
Humor em cascatas, peraltice

O palhaço que transforma
Nossa melancolia divina
Em riso
Alegria sem muros
Sem fronteiras

Só esteja atento
Ele vai dizer que o teatro
Está em chamas

Pode ser que vocë näo veja
Da sua cadeira
Do seu muro
Nosso castelo de cartas
Ruindo

Um comentário:

Peury disse...

Sim, existem muitos sinais, tantas vezes ignorados...